
O profissional formado em psicopedagogia se apóia no estudo dos fundamentos e da prática psicopedagógica, de modo a viabilizar uma ação interventiva e terapêutica dos transtornos/dificuldades de aprendizagem, frustações, limites e orientações familiares.
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Natação excelente atividade física para crianças
A natação é uma excelente ferramenta para o melhor desenvolvimento da criança. Sem dúvida, a natação infantil é o primeiro e mais eficaz instrumento de aplicação da Educação Física no meio líquido desde a gestação onde são capazes de fazer movimentos natatórios, demonstrando uma série de reflexos, comuns na primeiroa infância. Este trabalho tem o objetivo de mostrar aos alunos e professores de Educação Física os principais benefícios que a prática regular da natação promove para os bebês de 6 a 24 meses de idade, tais como benefícios físicos, orgânicos, sociais, terapêuticos e recreativos.
A natação é importante para o desenvolvimento físico, para a formação cognitiva e afetivo-social da criança desenvolvendo sua persolidade e inteligência. Já foi observado em estudos que crianças têm inclusive um redimento escolar melhor na alfabetização quando iniciadas precocemente na natação. A partir do 6º mês de vida a adaptação do bebê no meio líquido já está indicada. Normalmente as aulas de natação são ministradas junto com os pais na piscina até 03 anos de idade, para que as crianças tenham condições de aprender com segurança, transformando o medo do desconhecido em um ambiente alegre e de prazer.
Os pais ao matricularem seus filhos na natação têm geralmente em mente ensinar o filho a nadar, para terem a proteção do filho nas àguas. O que muitos não sabem e que as vantagens são inúmeras. Estas vantagens ocorrem porque a criança, principalmente em seus primeiros anos de vida, passa por um processo intenso de desenvolvimento e maturação. Até o cinco anos de idade, ela tem a capacidade de ter 90% do seu cérebro preparado para o futuro. Todos esses desenvolvimentos podem ser auxiliados e estimulados com a natação. ( Fonseca, 1995).
sábado, 11 de dezembro de 2010
O CONCEITO DE MORTE PARA A CRIANÇA
Muitos adultos acreditam que a criança não entende nada sobre a morte e deve ser poupada de saber que alguém próximo a ela morreu. Entretando, é provável que esta mesma criança já tenha perdido algum bicho de estimação ou assista alguma cena de morte em desenhos ou noticiários.
Quando a criança perde uma pessoa querida de sua família como pai, mãe, irmão ou irmã, avós,ela fica triste,confusa.Ocorre que esta mesma morte é sofrida por seus familiares, que doloridos, estão sem condição de manter a intensidade de cuidado e atenção que antes dirigiam a ela. O importante é que, passado este momento de crise, ela volta a sentir-se segura e bem cuidada.
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
LUTO NA INFÂNCIA

Quem morreu?
COMO É MORRER?
Crianças tentam compreender e elaborar a morte, questionando familiares com perguntas difíceis de responder, mas é preciso dar atenção e informação reais sobre o luto.
No âmbito familiar, uma dificuldade grande para os pais está exatamente na necessidade que a criança tem de fazer perguntas muitas vezes complexas. Colocam questões profundas sobre o ser humano, sobre a vida e sobre a morte.
Quando alguém da família de uma criança morre, ainda que se tente omitir ou negar, ela irá perceber por meio das atitudes transformadas dos familiares ao redor. O fato é que cedo ou tarde ela descobrirá. Omititir-lhe a verdade seria algo grave, seria como ignorá-la só porque ela não fala como os adultos, como excluí-la da família, e pior ainda, se as pessoas mais próximas em que ela deposita toda sua confiança não forem capazes de falar sinceramente sobre a morte, ela tomará isso como um modelo a seguir e nem ousará perguntar a respeito daquilo que sua percepção lhe diz.
O que o adulto não sabe, é que as crianças questionam sem agústia a respeito da morte até cerca de sete anos. Por volta dos três anos de idade esta questão começa a aparecer. Existem animais que morrem em torno delas, elas ouvem histórias, conversas, o conceito de que as coisas acabam, e que os limites existem, já estão estabelecidos desde de cedo.
NEUROCOGNIÇÃO

Ginástica cerebral A leitura é a ginástica cerebral mais sem contra-indicação. Ler é o exercício mais saudável para desenvolver para "redes neurocognitivas". Ler é, antes de qualquer decodificação de letras, ver sentido, desejar compreender e ser compreendido. A leitura exercita processos complexos do cérebro e fortalece, desenvolve sinapse,redes neurais para a aprendizagem e também para o conhecimento.
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