sábado, 2 de abril de 2011

LATERALIDADE CRUZADA


A maioria dos autores acredita que existe no cérebro um hemisfério predominante responsável pela lateralidade do indivíduo - desta maneira, de acordo com a ordem enviada pelo cérebro dominante, teremos o destro ou o canhoto.

Além da dominância de mão, existe também a do pé, do olho, do ouvido.Quando essas dominâncias não se apresentam do mesmo lado diz - se que o indivíduo tem lateralidade cruzada.Os disturbio psicomotores são evidentes e resultam em deformação do esquema corporal. São algumas as formas mais comuns desse distúrbio:

mão direita dominante X olho esquerdo dominante

mão direita dominante X pé esquerdo dominante e o inverso.

Geralmente essas crianças apresentam:


Alto índice de fadiga,quedas freqüentes,coordenação pobre,problemas de linguagem,atenção instável.


Em termos de aprendizagem, a criança com lateralidade indefinida refere-se ao tipo de grafia, resultando dificuldade de orientação espacial e postura inadequadas para escrita, ou seja as duas últimas irão interferir diretamente no processo gráfico da escrita. Conhecimento Direita e esquerda - conceito de grande importância para processo de alfabetização. Está ligado diretamente ao conceito de imagem corporal e lateralidade, permitindo que a criança diferecie ao lado esquerdo e o lado direito, não somente em si, mas também no outro e nos objetos.Sendo assim, ao iniciar o processo de aprendizagem da leitura e da escrita, sem compreensão de conceito de lateralidade, pode implicar em confusões espacial, levando a criança a dificuldade de discriminar letras que se diferem quando à sua posição espacial, por exemplo. b - d, p-q. Observa-se que a outra dificuldade apresenta é aparecimento de escrita ESPELHADA.


Fonte: http://recantodasletras.uol.com/artigo/1607651


http://www.fontesdosaber.com/







Não se pode rotular de dislexia toda e qualquer dificuldade na leitura ou na escrita.


A dislexia é mais frequentemente caraterizada pela dificuldade na aprendizagem da decodificação das palavras. Pessoas dislexias apresentam dificuldades na associação do som à letra ( o princípio do alfabeto); também constumam trocar letras, por exemplo. b com d, ou mesmo escrevê-las na ordem inversa, por exemplo, " ovóv" para vovó. A dislexia, contudo, é um problema visual, envolvendo o processamento da escrita no cérebro, sendo comum também. Confundir a direita com a esquerda no sentido espacial. Esses sintomas podem coexistir ou mesmo confundir se com características de vários outros fatores de dificuldade de aprendizagem, tais como déficit de atenção/hiperatividade, dispraxia, discalculia e/ou disgrafia. Contudo a dislexia e as desordens de déficit de atenção e hiperatividade não estão correlacionados com problemas de desenvolvimento.

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DISLEXIA - MÉTODO E INTERVENÇÃO

As intervenções para o tratamento da dislexia tem sido feita principalmente por meio de dois método de alfabetização . O multissensorial e o fônico

É importante destacar que o método multissensorial é mais indicado para as crianças mais velhas, que já possuem histórico de fracasso escolar. O método fônico é indicado para crianças mais jovens e deve ser introduzidas logo no início da alfabetização.


Fontes: MARTINS,Vicente. A dislexia em sala de aula. In Pinto, Maria Alice Leite(org.)Psicopedagogia diversas faces, múltiplos olhares. São Paulo: Olho d"àgua,2003.

CAPOVILLA, A.G.S. Compreendendo a dislexia: definição, avaliação e intervenção. Caderno de Psicopedagogia, V.1.n2, p.36-59,2002.

domingo, 27 de março de 2011

TRANSTORNO DO DÉFICIT DE ATENÇÃO COM HIPERATIVIDADE EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES

Crianças Hiperativas

A hiperatividade é um dos distúrbios mais comuns em crianças de seis anos. O diagnóstico, porém, não pode ser feito isoladamente sem considerar outros fatores implicados na vida da criança. A hiperatividade é sintoma que envolve aspectos orgânicos e emocionais. um deles pode ser a ansiedade intensa que a criança está vivendo.Os distúrbios das crianças que destroem casas, que não ficam quietos e que não se fixam em tarefas nenhuma passou a se chamar Distúrbio de Hiperatividade e Déficit de Atenção(DHDA). Para medicar a criança hiperativa é necessário uma avaliação neurológica, psiquicológica, e psicopedagógica, pois supor que tudo se resolve com medicamentos é uma grande ilusão.Não há uma causa única associada e esse comportamento. As queixas do filho ou aluno serem hiperativos chegam a 30% da população escolar e 80%são meninos. Depois de excluídos os fatores como aumento da glândula tireóide, má respiração, distúrbio do sono, anemia e desnutrição deve-se verificar a atividade elétrica do sistema nervoso. Para verificar se a criança não tem um déficit de visão ou audição. A falta dos neurotransmissores no cérebro significa atenção desconcentrada e descontrole das emoções. Uma dosagem cuidadosa de anfetaminas deverá acalmar a agitação da criança.


COMPORTAMENTO É O CONJUNTO DE ATITUDES E DE CONDUTAS PSICOLÓGICA, UMA MENEIRA DE SER.


E o que seria comportamento? Comportamento é o conjunto de atitudes e de condutas psicológicas, uma maneira de ser e, mais ainda, um dinamismo ativo. Assim, as alterações de comportamento caracterizam-se por padrões de conduta crônicos ou mal adaptados ou patológicos. Uma reação de ansiedade em uma criança que enfrenta pela primeira vez um ambiente desconhecido é algo normal e esperado. No entanto, uma reação de ansiedade na mesma intensidade, em criança ao voltar à escola que já freqüenta há algum tempo, pode denunciar algo patológico. Ao sabermos que o comportamento é a vida psíquica na sua totalidade, inserindo-se em todos os movimentos, em todos os seus movimentos, sejam eles visíveis ou ocultos, ruidosos ou silenciosos, percebemos que isso é verdadeiro tanto para o normal como para o patológico. Não há desordem psíquica que não se reflita numa pertubação do comportamento. Não se pode falar em perfeita sintonia de uma criança com seu ambiente, já que lhe faltam os recursos para entender e captar tudo o que se passa em seu meio. Certo grau de sintonia, de adaptação, é, no entanto, desejável, se bem que uma criança, um ser em desenvolvimento, possa passar bruscamente de um estado de adaptação relativa para um comportamento claramente desadaptado sem que isso signifique algo grave, como fatalmente seria no adulto. A formação de sintomas neuróticos dificilmente ocorre, embora os padrões de conduta possam representar as resoluções de conflitos neurólogicos anteriores.

Video sobre TDAH - Principais sintomas do TDAH na criança e no adolescente.

Com desatenção não se brinca. Procure se informar o máximo possível para ajudar a quem precisa.

DISLEXIA NO FANTÁSTICO


A dislexia caracteriza-se fundamentalmente por uma dificuldade de aprendizagem na leitura por parte de crianças em fase de alfabetização sem, contudo , estar ligada às deficiências fonoarticulatórias, sensoriais, psíquicas ou intelectuais.

SINTOMAS DA CRIANÇA AUTISTA


A educação da criança consiste em atinar-lhe o corpo e a alma até chegar à perfeita harmonia!

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A criança evita contatos emocionais com outras crianças e parece viver numa vida interior.

Em alguns casos, a mãe ou outra pessoa que cuida da criança repara que ela não responde normalmente às alterações dos adultos. Entre 6 e 24 meses de vida, esse recuo fica mais destacado.A criança não responde com carinho, inquietação nem aborrecimento às atividades de outras pessoas. Depois de 24 meses de idade, as anormalidades dessa criança tornam-se mais evidentes. Ela evita contato emocional com outros e parece absorvida numa vida interior. Recusa olhar diretamente nos olhos das pessoas e afasta o rosto quando observa que alguém a olha. Em contraste com este recuo, a criança parece fascinada por objetos materiais.

A criança pode mostrar-se tão retraída que é difícil que passe despercebida aos familiares. Outras, vezes, paradoxalmente,tem reações emocionais intensas, crises prolongadas de choro ou risos, sem sentido e sem motivos.

Muitas vezes esses sintomas já aparecem nos primeiros meses de vida e se caracterizam por um recuo nas relações interpessoais, preocupação intensa com objetos materiais e diversas anormalidades de linguagem e movimentos físicos.

A descrição acima procura mostrar como a mãe poderia perceber os primeiros sintomas do chamado autismo infantil que, embora não constitua a única forma de psicose na infância, é a mais comum.

Mas o significa exatamente uma psicose infantil?

É muito difícil formular um conceito bem preciso de psicose. Teorias interpessoais e orgânicas foram sugeridas para explicar essa desordem na infância, mas nenhuma delas, até agora, foi cabalmente comprovada.

Podemos dizer que a psicose é uma pertubação psíquica grave, às vezes irreversível, que não tem possibilidade de cura, na qual se abserva a desintegração das funções psíquicas, o que pode determinar uma desorganização na estrutura da personalidade.

Fonte : Conselhos para crianças - Análise do Comportamento Humano /Saúde -Educação - Psicologia