sábado, 12 de fevereiro de 2011


COMIDA


Com 1 ano e meio as crianças dispõem de um vocabulário básico de 20 a 50 palavras e aprendem novos termos com rapidez. Começa nessa fase a corrida dos vocabulários, e a lista aumenta significativamente, em média, ´seis expressãoes por dia.

ETAPAS DA AQUISIÇÃO DA FALA




MUNDO SONORO


Com 1 ano os bebês ensaiam a pronúncia de palavras e denominam novos objetivos. Descobrem que o mundo ao seu redor produz ruídos: é possível fazer barulhos até mesmo ao assoprar a água. especialistas concordam sobre a importância de oferecer a eles um ambiete rico em estímulos. Não raro, crianças pequenas até "conversam" entre si.



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IDADE DO POR QUÊ


Muitas crianças já sabem flexionar verbos corretamente,usar tempos e declinações corretamente aos 3 anos. Ainda ouvindos delas muitas frases na voz passiva (" sorvete precisa ser comprado", por exemplo), mas aos 4 anos a maioria interorizou a maior parte das estruturas básicas elementares de sua língua materna e domina os mais importantes princípios sintáticos. Sua sede de saber, porém, ainda não foi saciada e os pequenos lançam mão, sem cerimônia, da melhor estratégia para adquirir conhecimento e compreender o funcionamento do mundo que a cerca - a pergunta: " por quê?".

No início da aquisição da língua varia de uma criança para outra. As primeiras palavras surgem entre os 10 e os 20 meses e, aos 24, elas conhecem, em média, de 200 a 300 vocábulos. Aos 2 anos e meio, já apelam para mais de 500 ternos. Segundo Steven Pinker, até os 6 anos elas aprendem uma língua quase automaticamente. Para o lingüista Noam Chomsky, do Centro de Cognição e Neurociências do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, em Cambridge, aprender mais um idioma nos primeiros anos não requer grande esforço.Pesquisadores da Universidade Cornell constataram que após os 11 anos as crianças desenvolvem uma rede neural distinta para cada idioma. Já os bilíngües precoces usam o mesmo sistema da língua materna( ver " Quanto mais cedo melhor"; edição nº 151, Viver Mentes & Cérebro).

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011



" A MÚSICA E O SEU PODER DE ESCUTA DO CORPO"


Por Euzilane Miranda


A música é uma ferramenta muito significativa para o trabalho terapeutico. Ao realizar as sessões com o paciente é positivo colocar um som, suave, levando a criança imaginar, por associação livre, que mergulha no mar. Uma baleia o leva nas costas até sua ilha dos sonhos. As crianças que têm menos facilidade em fazer associações livres recebem propostas e sugestões adequadas dos terapeutas. Realmente a música simplesmente traz alegria e cria uma ligação positiva entre o paciente e o terapeuta. E tal relacionamento costuma ser decisivo para o sucesso do tratamento. E apenas escutar música também propicia o bem - estar da criança.


Para tanto, o terapeuta improvisa com o instrumento preferido do paciente. Essa "musicoterapia receptiva" é utilizada com muito menos freqüência que a produção ativa de música e serve, principalmente, para relaxar o paciente e estimular sua imaginação ou torná-lo mais receptivo às sugestões do terapeuta.
FONTE Revista de Psicologia, Psicanálise,Neurociência e Conhecimento ( VIVER mente &cérebro

terça-feira, 25 de janeiro de 2011



FUI FELIZ NA INFÂNCIA?


Por Euzilane Miranda




Do início dessa relação guardamos fragmentos de imagens,sempre no limiar entre a verdadeira lembrança e a reconstrução de uma história escutada diversas vezes. Como nos versos de Fernando Pessoa que tratam da memória retrospectiva, " Fui feliz na infância? Começo agora a tê-lo sido autora"; os primeiros anos de vida permanecem em constante construção e definem nosso equilíbrio emocional.


Ainda que não nos lembremos dessa experiência de vida inicial, ela não se perde e, mais que qualquer memória consciente, é parte integrante de nós mesmos.


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Muito se fala sobre como a formação do indivíduo pode determinar seu comportamento na fase adulta, mas pouco se estudou até agora.Há muito tempo, cientistas sabem que o período intra-uterino e os dois primeiros anos de vida são fundamentais na constituição do cérebro. Até o segundo ano, 80% da estrutura cerebral está construída. Até os 6 anos núcleo fundamentais da personalidade, que influem no funcionamento mental e no caráter, estão parcialmente constituídos.


sexta-feira, 21 de janeiro de 2011


COLOCANDO SIGNIFICADO NA MATEMÁTICA


Para crianças pequenas, a matemática deve ser concreta, prática, significativa, evolutiva, cheia de brincadeiras e exploração, e ensinada com uma terminologia consistente. Ao manipular materiais, as crianças internalizam os padrões inerentes à matemática. Por meio de experiências práticas, elas aprendem que, muitas, existe mais de uma solução para um mesmo problema.

Contar até 10 por memorização não significa que uma criança entende o significado do número 10. Se as crianças contam 10 bolinhas de gude e as colocam em um copo fino e alto e contam outras 10 bolinhas e as colocam em uma tigela rasa e baixa,elas dirão que há mais bolinhas no copo fino e alto. Assim, use o tempo necessário para desenvolver conceitos minuciosamente. Não se apresse, as crianças aprendem a contar quando contar torna-se significativo para elas. Elas aprenderão a contar até quatro e, ao mesmo tempo, entender o que o número quatro significa muito mais quando contarem quatro velas em seu bolo de anivers´´ario do que contando quatro bolinhas de gude em um copo.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

HIPERTENSÃO NA CRIANÇA

ALERTA AOS PAIS
A Hipertensão arterial e a obesidade são um problema de saúde pública em todo o mundo. A hipertensão arterial essencial do adulto inicia-se na infância, e, além disso, pode ser secundária a várias doenças. O pediatra tem por obrigação medir adequadamente a pressão arterial de seus pacientes. Quando descoberta, a hipertensão arterial deve ser investigada para ser adequadamente tratada. A investigação depende da idade e do grau de elevação da pressão arterial, devendo preocupar-se não somente com a causa da hipertensão, mas também com os seus efeitos em orgãos alvo.
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A hipertensão arterial tida como doença de adultos está atingindo também as crianças, e se não for diagnosticada a tempo pode ter conseqüências graves. Para identificar a hipertensão em crianças, basta que os médicos examinem a pressão delas. A hipertensão arterial costuma passar despercebida e, quando os pais procuram um tratamento para o filho, a doença já estará em fase adiantada. Os rins, não recebem sangue suficiente, produzem a renina, substância que aumenta a pressão e torna a criança hipertensa. Se o problema não for corrigido, podem ocorrer problemas cardíacos e derrame mais tarde entre 30 e 40anos. Não se sabe quantas crianças brasileiras sofrem de pressão alta; sabe-se, entretanto, que 20% das pessoas adultas têm a doença.